..Crescer não significa fazer aniversário, o silêncio é a melhor resposta quando se ouve uma bobagem, amigos a gente conquista mostrando o que somos, quando penso saber de tudo ainda não aprendi nada, um só dia pode ser mais importante que muitos anos, ouvir uma palavra de carinho faz bem a saúde e dar carinho também faz, que sonhar é preciso, que o julgamento alheio não é importante e o que realmente importa é a paz interior!
(Autor desconhecido)
sábado, 18 de junho de 2011
(…)Dizem que, quando a gente ama alguém, deve deixar livre. Então, realmente não sei amar. Não consigo dizer que amo e ficar longe. Não consigo gostar e não ter notícia. Não me dou bem com a distância. Não entendo relacionamentos abertos. Não admito traição. Não entendo quem gosta e não quer ficar junto. Não entendo quem diz que ama e não sabe se quer. Não entendo alguém que quer certezas sem apostar no relacionamento…
terça-feira, 14 de junho de 2011
“Devia existir um Deus que governa o mundo e as pessoas, um ser poderoso acima do qual nada existe. Mas ninguém sabe direito o que esse Deus pretende. Pelo menos ele, Pedro Terra, não sabia. O vigário fazia sermões e falava em céu e inferno, mas às vezes Pedro se convencia de que o céu e o inferno estão aqui embaixo mesmo, neste mundo velho e triste, que no fim das contas é mais inferno que céu.”
Trecho de Um certo capitão Rodrigo, Érico Verissimo.
Trecho de Um certo capitão Rodrigo, Érico Verissimo.
domingo, 12 de junho de 2011
Viva la vida!
"Por muito tempo eu pensei que a minha vida fosse se tornar uma vida de verdade.
Mas sempre havia um obstáculo no caminho, algo a ser ultrapassado antes de começar a viver.
Um trabalho não terminado, uma conta a ser paga. Aí sim, a vida de verdade começaria.
Por fim, cheguei a conclusão de que esses obstáculos eram a minha vida de verdade.
Essa perspectiva tem me ajudado a ver que não existe um caminho para a felicidade.
A felicidade é o caminho!
Assim, aproveite todos os momentos que você tem. E aproveite-os mais se você tem alguém
especial para compartilhar, especial o suficiente para passar seu tempo;
e lembre-se que o tempo não espera ninguém.
Portanto, pare de esperar até que você termine a faculdade;
até que você volte para a faculdade;até que você tenha tido filhos;
até que seus filhos tenham saído de casa;até sexta à noite;até segunda de manhã;
não há hora melhor para ser feliz do que AGORA MESMO...
Lembre-se: Felicidade é uma viagem, não um destino"
VIVA A VIDA
Mas sempre havia um obstáculo no caminho, algo a ser ultrapassado antes de começar a viver.
Um trabalho não terminado, uma conta a ser paga. Aí sim, a vida de verdade começaria.
Por fim, cheguei a conclusão de que esses obstáculos eram a minha vida de verdade.
Essa perspectiva tem me ajudado a ver que não existe um caminho para a felicidade.
A felicidade é o caminho!
Assim, aproveite todos os momentos que você tem. E aproveite-os mais se você tem alguém
especial para compartilhar, especial o suficiente para passar seu tempo;
e lembre-se que o tempo não espera ninguém.
Portanto, pare de esperar até que você termine a faculdade;
até que você volte para a faculdade;até que você tenha tido filhos;
até que seus filhos tenham saído de casa;até sexta à noite;até segunda de manhã;
não há hora melhor para ser feliz do que AGORA MESMO...
Lembre-se: Felicidade é uma viagem, não um destino"
VIVA A VIDA
sábado, 11 de junho de 2011
Nós precisamos de esperança.
-rebeccacp:
Nós não precisamos nos engajar em grandes e heróicas ações para mudar alguma coisa. Pequenas atitudes, quando multiplicadas por milhares de pessoas, podem transformar o mundo. Mesmo se elas não “vencerem”, é divertido e gratificante poder se envolver, com outras pessoas boas, em algo que vale a pena. Nós precisamos de esperança. Ter esperança em tempos difíceis não é só uma coisa bonita e tola. É baseado no fato de que a história da humanidade não é uma história só de crueldade, mas também de compaixão, sacrifício, coragem, generosidade. O que nós escolhemos enfatizar nessa complexa história é o que vai determinar nossas vidas. Se nós escolhemos ver só o pior, isso destrói nossa capacidade de fazer alguma coisa. Mas se nós lembrarmos dos tempos e lugares - e são muitos - em que pessoas fizeram coisas incríveis, isso nos dá a energia para agir, e levar tudo para uma direção diferente. E se nós agirmos, de qualquer maneira simples, nós não precisaremos de um grande futuro utópico. O futuro é uma sucessão infinita de presentes, e viver agora como acreditamos que seres humanos deveriam viver, apesar de toda a maldade em nossa volta, é por si só uma grande vitória.
Nós não precisamos nos engajar em grandes e heróicas ações para mudar alguma coisa. Pequenas atitudes, quando multiplicadas por milhares de pessoas, podem transformar o mundo. Mesmo se elas não “vencerem”, é divertido e gratificante poder se envolver, com outras pessoas boas, em algo que vale a pena. Nós precisamos de esperança. Ter esperança em tempos difíceis não é só uma coisa bonita e tola. É baseado no fato de que a história da humanidade não é uma história só de crueldade, mas também de compaixão, sacrifício, coragem, generosidade. O que nós escolhemos enfatizar nessa complexa história é o que vai determinar nossas vidas. Se nós escolhemos ver só o pior, isso destrói nossa capacidade de fazer alguma coisa. Mas se nós lembrarmos dos tempos e lugares - e são muitos - em que pessoas fizeram coisas incríveis, isso nos dá a energia para agir, e levar tudo para uma direção diferente. E se nós agirmos, de qualquer maneira simples, nós não precisaremos de um grande futuro utópico. O futuro é uma sucessão infinita de presentes, e viver agora como acreditamos que seres humanos deveriam viver, apesar de toda a maldade em nossa volta, é por si só uma grande vitória.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
A melhor parte de mim.
Sou forte. Meio doce e meio ácida. Em alguns dias acho que sou fraca. E boba. Preciso de um lugar onde enfiar a cara pra esconder as lágrimas. Aí penso que não sou tão forte assim e começo a olhar pra mim. Sou forte sim, mas também choro. Sou gente. Sou humana. Sou manhosa. Sou assim. Quero que as coisas aconteçam já, logo, de uma vez. Quero que meus erros não me impeçam de continuar olhando para a frente. E quero continuar errando, pois jamais serei perfeita (ainda bem!). Tampouco quero ser comum e normal. Quero ser simplesmente eu. Quero rir, sorrir e chorar. Sentir friozinho na barriga, nó no peito, tremedeira nas pernas. Sentir que as coisas funcionam e que tenho que trocar de jeito quando insisto em algo que não dá resultado. Quero aprender e, ainda assim, continuar criança. Ficar no sol e sentir o vento gelado no nariz. Quero sentir cheiro de grama cortada e café passado. Cheiro de chuva, de flor, cheiro de vida. Aprecio as coisas simples e quero continuar descomplicando o que parece complicado. Se der pra resolver, vamos lá! Se não dá, deixa pra lá. A vida não é complicada e nem difícil, tudo depende de como a gente encara e se impõe. Quero ser eu, com minha cara azeda e absurdamente açucarada. Não quero saber tudo e nem ser racional. Quero continuar mantendo o meu cérebro no lugar onde ele se encontra: meu coração. E essa é a melhor parte de mim.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Nossa cabeça está repleta de idéias ilusórias e regras convencionais que têm nos aprisionado em obrigações que nos limitam e paralisam. Já a alma não. Ela tem a sensibilidade espiritual natural que preserva nosso equilíbrio e bem-estar. Se seguirmos nossa alma, encontraremos o melhor caminho. É ela que sente e reage. Se prestarmos atenção a ela, perceberemos que há coisas que abrem nosso coração e nos deixam de bem com a vida e há outras que provocam aperto dentro do peito e nos incomodam. É assim que nossa alma fala conosco. Mas o que dificulta é que nos habituamos a valorizar o racional em detrimento dos sentimentos. A idéia de que somos maus, de que precisamos domar nossa fera interior e manter controle para não fazermos muitas besteiras, generalizou-se. Tememos que, se seguirmos os impulsos do coração e liberarmos nossos sentimentos, acabaremos fazendo coisas ruins. Para conquistar a admiração dos outros e sermos aceitos, entramos nas regras, sepultamos nossos sentimentos, enterramos nossos talentos e nos tornamos meros atores representando papéis de conveniência. Isso cria infelicidade, aquele vazio no peito, a depressão, o tédio. É isso que nos impede de ouvir os verdadeiros sentimentos, de abrir nossa intuição e valorizar nosso espírito. (Zibia Gaspareto)
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